terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Relatório mostra os efeitos do aquecimento global

Olá Pessoal este relatório mostra-nos um pouco sobre os efeitos do Aquecimento Global, Vale a pena acessar este link!!!

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM633009-7823-RELATORIO+MOSTRA+OS+EFEITOS+DO+AQUECIMENTO+GLOBAL,00.html

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

terça-feira, 27 de novembro de 2007

domingo, 25 de novembro de 2007

Efeito esfufa: ONU certifica 66 projetos brasileiros de crédito de carbono

O Conselho Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) das Nações Unidas certificou 66 projetos brasileiros de crédito de carbono. Os projetos são iniciativas que reduzem a emissão de gases de efeito estufa, considerados responsáveis pelo aquecimento global.
Ao serem certificados, os projetos transformam-se em Reduções Certificadas de Emissões (RCEs), créditos virtuais de carbono que são vendidos para países desenvolvidos. Os países ricos têm interesse na compra porque precisam cumprir as metas de redução de gases impostas pelo Protocolo de Quioto.
O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar em número de projetos em todo o mundo. São 255 projetos do país no MDL (dos quais 66 têm a certificação). Em primeiro lugar, está a China com 874 projetos e, em segundo, a Índia com 776.
Segundo o assessor técnico do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), Gustavo Mozzer, que integra o Comitê Interministerial de Mudança do Clima (CIMGC), o número coloca o Brasil em destaque no cenário internacional.
"É um posicionamento muito bom porque estamos logo depois da China e da Índia. Os dois países têm matriz energética bastante dependente de combustível fóssil [poluente] e é mais fácil fazer um projeto de MDL lá do que aqui. Isso acontece porque o Brasil já tem solução mais limpa de produção de energia cuja matriz é hidrelétrica", explicou o assessor.
Para receber a certificação das Nações Unidas, o projeto de desenvolvimento limpo precisa vencer sete etapas: elaboração de concepção de projeto, validação, aprovação pelo CIMGC, submissão ao Conselho Executivo para registro, monitoramento, verificação/certificação e concessão das RCEs.
Em setembro, a prefeitura de São Paulo vendeu por R$ 34,5 milhões os RCEs da usina que produz eletricidade a partir da queima de gases produzidos no Aterro Sanitário Bandeirantes. Os créditos foram adquiridos pelo banco holandês Fortis Bank NV/AS em um leilão na Bolsa Mercantil e de Futuros (BM&F). Foi o primeiro leilão do tipo no mundo.
O MCT não tem o balanço das vendas feitas por empresas brasileiras que têm RCEs. Mas existe um dado que pode demonstrar o tamanho desse mercado: o Brasil emite por ano 12,2 milhões de RCEs.
"Se foi cobrado o mesmo preço com que foram vendidos os créditos de carbono na BM&F, pode-se considerar que as empresas faturaram R$ 300 milhões com a venda dos RCEs no Brasil", calcula Gustavo Mozzer.
Qualquer empresa pode apresentar um projeto de MDL. As informações sobre os procedimentos estão no site do MCT no endereço www.mct.gov.br/clima e na página do Conselho Executivo do MDL na internet.

Por: Gislene Nogueira, da Agência Brasil
Fonte: http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=809612

Protocolo de Quioto

O Protocolo de Quioto é consequência de uma série de eventos iniciada com a Toronto Conference on the Changing Atmosphere, no Canadá (outubro de 1988), seguida pelo IPCC's First Assessment Report em Sundsvall, Suécia (agosto de 1990) e que culminou com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (CQNUMC, ou UNFCCC em inglês) na ECO-92 no Rio de Janeiro, Brasil (junho de 1992). Também reforça seções da CQNUMC.
Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa do aquecimento global.
Discutido e negociado em Quitoto no Japão em 1997, foi aberto para assinaturas em 16 de março de 1998 e ratificado em 15 de março de 1990. Oficialmente entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004.
Por ele se propõe um calendário pelo qual os países desenvolvidos têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012, também chamado de primeiro período de compromisso.
A redução das emissões deverá acontecer em várias atividades econômicas. O protocolo estimula os países signatários a cooperarem entre si, através de algumas ações básicas:
Reformar os setores de energia e transportes;
Promover o uso de fontes energéticas renováveis;
Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção;
Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos;
Proteger florestas e outros sumidouros de carbono.
Se o Protocolo de Quioto for implementado com sucesso, estima-se que deva reduzir a tempertatura global entre 1,4ºC e 5,8ºC até 2100, entretanto, isto dependerá muito das negociações pós período 2008/2012, pois há comunidades científicas que afirmam categoricamente que a meta de redução de 5,2% em relação aos níveis de 1990 é insuficiente para a mitigação do aquecimento global.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Nova imagem sobre Aquecimento global


Essa imagem demonstra os gases poluentes emitidos pelas indústrias. Um dos causadores do aquecimento global.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL PODE EXTINGUIR ATÉ 72% DAS AVES, DIZ WWF

Mudanças climáticas descontroladas podem levar à extinção até 72 por cento das espécies de aves do mundo, mas o mundo ainda tem a chance de limitar essas perdas, disse o grupo ambientalista WWF em um relatório divulgado na terça-feira (14).Desde as aves migratórias e insetívoras aos saís de regiões tropicais e pinguins de águas frias, as aves são muito sensíveis a mudanças nas condições climáticas e muitas já estão sendo duramente afetadas pelo aquecimento global, disse o novo estudo."As aves (…) já estão respondendo aos níveis atuais de mudança climática", afirmou o documento, lançado durante a conferência sobre o clima realizado pela ONU - Organização das Nações Unidas no Quênia."As aves são um indício de que o aquecimento global colocou em movimento uma cadeia poderosa de efeitos nos ecossistemas do mundo todo", disse o WWF."Provas contundentes mostram que as mudanças climáticas estão afetando o comportamento das aves - algumas aves migratórias até deixaram de migrar."No futuro, afirmou o relatório, o aquecimento descontrolado poderia ameaçar um grande número de espécies. As estimativas sobre as taxas de extinção falam em até 72 por cento, "dependendo da região, do cenário climático e da capacidade das aves de mudarem para novos habitat".Segundo o documento, "cenários mais extremos" de extinção poderiam ser evitados se metas rígidas de proteção ao clima forem adotadas e se a emissão de gases do efeito estufa forem reduzidos para provocar aumentos no aquecimento da Terra de menos de 2 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.Já em queda na Europa e nos EUA, muitas populações de aves migratórias deixaram de encontrar suas fontes de alimento, que passaram a aparecer cada vez mais cedo devido à elevação das temperaturas, um fenômeno atribuído por cientistas às emissões de gases produzidos na queima de combustíveis fósseis.Na baía de Hudson, no Canadá, os mosquitos estão nascendo e chegando a seus números de pico na primavera, mas as aves migratórias que se reproduzem ali não ajustaram seu comportamento a esse fenômeno.Na Holanda, segundo o relatório, um evento semelhante levou a uma queda de até 90 por cento de algumas populações de papa-moscas-preto, nas últimas duas décadas."Sem lugar para ir" - A elevação da temperatura conforme se prevê pode fazer com que as áreas pantanosas do Mediterrâneo europeu - um habitat crítico para as aves migratórias - sejam destruídas totalmente até a década de 2080 deste século, afirmou o documento.O aquecimento também teria um impacto desastroso sobre as espécies residentes, já que o habitat delas mudaria."Muitos centros ricos em espécies de aves estão localizados atualmente em áreas protegidas, das quais as aves podem ser obrigadas a sair devido às mudanças climáticas, passando a ocupar áreas desprotegidas", afirmou o relatório."Aves de ilha e de montanha podem simplesmente não ter um lugar para onde ir."Nos EUA, o aquecimento desenfreado diminuiu em cerca de um terço o número de aves no leste do Meio-Oeste e na região dos Grandes Lagos, enquanto quase três quartos das aves de floresta tropical do nordeste da Austrália estão sob o risco de serem dizimados."Na Europa, a águia-imperial-ibérica, encontrada atualmente em reservas e parques naturais, deve perder toda a sua área", disse o documento do WWF.Também correm grandes riscos oito espécies de saís havaianos, os pinguins das ilhas Galápagos e o tetraz da Escócia - o maior do mundo -, aves que, segundo o WWF, poderiam perder 99 por cento de seu habitat devido ao aquecimento global.
Fonte: Reuters/Yahoo